PLANO DE DESCONFINAMENTO COVID – 19

Para a prioridade de prevenção da doença, contenção da pandemia e garantia da segurança dos portugueses, é admitida a atividade física e a prática desportiva ao ar livre, desde que não envolva contacto físico, respeitando as regras de higiene e sanitárias.

Assim, as sessões de treino que decorram ao ar livre devem privilegiar espaços com pouca movimentação de pessoas e garantir o distanciamento físico de pelo menos 3 metros entre praticantes.

Para mais informações sobre normas para espaços de atividade física e desporto, pode consultar as informações oficiais do Servico Nacional de Saúde (SNS) no seguinte link: Covid-19 | Prática Desportiva

Consulte em baixo as normas específicas para as práticas desportivas em destaque:

Federação Portuguesa de Boxe
https://www.fpboxe.pt/medidas-de-retoma-a-atividade-desportiva/

Os clubes podem abrir as suas instalações apenas para o treino de atletas profissionais ou de alto rendimentos, cumprindo o seguinte conjunto de normas.

BOXE PROFISSIONAL:
  • Efetuar uma limpeza e higienização profunda antes de iniciar as suas atividades;
  • Atletas devem vir equipados de casa com o seu próprio material preparado;
  • Presença de apenas o pessoal necessário dentro da instalação;
  • Realizar grupos de treinos até 4 praticantes + treinadores;
  • Higienizar o espaço antes de cada treino;
  • Higienizar o material antes e após cada utilização;
  • Garantir espaço interpessoal de 2 metros;
  • Marcar no chão as distâncias mínimas;
  • Não permitir a permuta entre grupos;
  • Disponibilizar líquido desinfetante obrigatóriamente;
  • Interditar acesso a balneários;
  • Exigir materiais de proteção individual (mascara, gel e álcool);
  • Mascaras têm utilização unica.

BOXE AMADOR:

A prática de atividade física e desportiva por parte de atletas amadores e seus treinadores pode ser retomada e realizada em contexto não competitivo e ao ar livre, desde que:

 

  • Seja respeitado um distanciamento mínimo de 2 metros para atividades lado a lado e 4 metros para atividades em fila;
  • Não exista partilha de materiais e equipamentos;
  • Não exista acesso à utilização de balneários;
  • Proibido qualquer tipo de contacto físico;
  • Sejam utilizados materiais de proteção individual (máscaras, gel e álcool).
É permitido o exercício de atividade física e desportiva até cinco praticantes com enquadramento de um técnico.
Recomendações FCMP – Desportos de Montanha | 4 a 18 de Maio
  • Caminhadas (Pedestrianismo) – Prática Recomendada | Distância sanitária mínima de 4 metros.
  • Caminhada Rápida (Skyrunning) – Prática recomendada | Distância sanitária mínima de 10 metros.
  • Esqui-Montanhismo – Prática recomendada | Distância sanitária mínima de 10 metros.
  • Alpinismo, Montanhismo, Escalada, Canyoning – Prática não recomendada |
    Não é possível garantir distância sanitária mínima e/ou desinfeção de equipamentos/estruturas.

 

Condições Gerais:
  • Prática de desportos individuais ao ar livre;
  • Proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas;
  • Higienização regular das mãos e etiqueta respiratória/distanciamento sanitário;
  • Decisão reavaliada a cada 15 dias.

 

Fonte: Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal

1- Regulamentação para a prática de caça submarina


A Caça Submarina é uma prática subaquática que compreende a captura de espécies marinhas, animais ou vegetais, realizada em flutuação ou submersão na água, em apneia. Na legislação, podemos ler:

  • A prática de caça submarina é obrigatoriamente assinalada, à superfície, por equipamento de sinalização, que terá que estar a distância máxima de 30 metros do praticante e munida de uma bandeira Alpha do código internacional de sinais. 
  • A licença pode ser obtida numa caixa Multibanco, nos serviços da DRGM ou nas Direções Regionais de Agricultura e Pescas. Esta licença pode ser anual, mensal ou diária.
  • Crianças com idade inferior a 16 anos não necessitam de licença, uma vez que só podem praticar quando acompanhados por um praticante titular de licença, sendo este encarregado responsável pelos atos praticados durante a prática. 

 

A partir de 4 de maio, tal como sugerido pela DGMR, a prática de caça submarina só é permitida se:

  •  as regras de distanciamento mínimo de dois metros entre os praticantes for respeitada em todos os momentos dentro e fora de água;
  • não houver partilha de equipamentos e materiais entre os praticantes.
  •  proibição de permanência antes e após a sessão nos espaços adjacentes ao local de mergulho ( praia, pontão, etc)

A, FCMP – Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal e a APCAA – Associação de Parques de Campismo do Alentejo e Algarve, congratulam – se com a medida aprovada em Conselho de Ministros para a reabertura dos Parques de Campismo, e Áreas de Serviço de Autocaravanas, de acordo com o documento enviado à Sra. Secretária de Estado do Turismo, Enga Rita Baptista Marques, alusivas às medidas de segurança sanitária a implementar nos Parques de Campismo e Áreas de Serviço de Autocaravanas em Portugal por forma a salvaguardar o contágio e a transmissão do novo coronavírus SARS-COV-2. 

O Combate à Pandemia do Covid-19, não é apenas da responsabilidade do Governo e da Entidade de Saúde, mas também tem de contar necessariamente com a responsabilidade individual de todas as Entidades e Cidadãos, pelo que estas Entidades vêm apelar para que a reabertura tão desejada dos Parques de Campismo e Áreas de Serviço de todo o Movimento Campista Nacional seja feita com total segurança para todos os seus Utentes/Clientes, Trabalhadores e Colaboradores. 

A FCMP e a APCAA, elaboraram um Guia de Boas Práticas para os Parques de Campismo, baseado nas recomendações da Direção Geral de Saúde, o qual está a aguardar aprovação desta entidade, com vista a esclarecer e normalizar os procedimentos de segurança a observar durante esta nova fase de desconfinamento. 

Igualmente, como forma de reforçar a confiança na utilização dos Parques de Campismo e Áreas de Serviço para Autocaravanas, o Turismo de Portugal, disponibiliza a atribuição do selo “Clean & Safe”, através do Registo Nacional de Empreendimentos Turísticos, para os Parques de Campismo, ou através da plataforma FCMP para as Áreas de Serviço para Autocaravanas . Esta certificação, exige a implementação de um protocolo interno que assegure as medidas de higienização e distanciamento social de combate aos riscos de contágio do Covid-19, garantindo assim as melhores condições de segurança para o funcionamento dos Parques de Campismo e Áreas de Serviço. 

Em virtude das diferentes realidades existentes no território nacional e dos condicionalismos agora impostos, necessitando de uma adaptação física e formativa 

nos locais, não deverá ser possível uma reabertura imediata, pelo que se prevê que os Parques de Campismo e as Áreas de Serviço estejam reabertas e operacionais dentro de uma semana, dando assim tempo para a requalificação dos espaços de utilização comum, adoptando os novos mecanismos de controlo de entradas necessários e da aplicação de todas as regras de segurança. 

Apela-se assim à compreensão de todos os Utentes/Clientes para que aguardem pelas informações dadas por cada Entidade, quanto à data da sua reabertura, para que esta ocorra da melhor forma possível, garantindo que não haverá motivos para um recuo no combate à pandemia que deve ser feito por todos e para todos, advogando que as férias ao ar livre e em contacto com a natureza são, de per si, sinónimo de qualidade de vida e condição promotora de saúde pública e os Parques de Campismo desafiam os amantes de boas férias a usufruir do verão de 2020 com ótimas condições de segurança sanitária ímpar. 

16 de maio de 2020 

 

APCAA – Associação dos Parques de Campismo do Alentejo e Algarve 

FCMPFederação de Campismo e Montanhismo de Portugal 

INFORMAÇÕES SOBRE AS MEDIDAS DO ESTADO DE CALAMIDADE – Desportos com bicicleta

A partir de 4 de maio todos os praticantes de ciclismo podem pedalar na via pública, sem limitações de tempo e de distância.
A Federação Portuguesa de Ciclismo entende que deve prevalecer o princípio da prevenção e da defesa da saúde pública.  Nesse sentido, recomenda:

  • Os treinos, passeios e utilização da bicicleta como meio de transporte devem ocorrer de forma individual.
  • Para passeios e utilização da bicicleta como meio de transporte, podem juntar-se dois ciclistas no máximo. Neste caso há que respeitar as normas de segurança sanitária. Chama-se a atenção para a necessidade de distanciamento mínimo de dois metros entre cidadãos, para atividades que se realizem lado-a-lado, ou de quatro metros, para atividades em fila.
  • Os treinos coletivos em contexto de equipas de competição e de formação, com grupos no máximo de cinco corredores. Se o grupo tiver mais de cinco ciclistas deve ser dividido em subgrupos, mantendo-se uma distância mínima de 20 metros entre cada subgrupo.

 

Estas informações não dispensam a leitura dos vários documentos produzidos pela Federação Portuguesa de Ciclismo, especialmente as recomendações para reintrodução da atividade física e treino, texto divulgado hoje. Os documentos podem ser consultados https://www.fpciclismo.pt/pagina/recomendacoes-covid-19

Já foi publicado em Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020, de 30 de Abril de 2020. Esta declara a situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19, onde se inclui a manutenção do encerramento obrigatório dos ginásios e academias – Artigo 5º e Anexo I, nº 3.

 

Consulte o documento – https://www.portugalactivo.pt/sites/default/files/documentos_publicos/2020.04.30_resolucao_do_conselho_de_ministros_n.o_33-a-2020_declara_a_situacao_de_calamidade_no_ambito_da_pandemia_covid19.pdf

 

Informamos igualmente que, de acordo com o mesmo documento legal, e após consulta da Secretaria de Estado da Juventude e Desporto, o Artigo 16º afirma que serão permitidas aulas de grupo ao ar livre com professor e até um máximo de 5 alunos, desde que seja mantido um distanciamento de 2 metros, sem possibilidade de utilização de balneários. O referido espaço ao ar livre poderá ser um local público ou pertencente ao próprio Clube.

RECOMENDAÇÕES DA FPME PARA A REABERTURA DE GINÁSIOS E INSTALAÇÕES DE ESCALADA NA FASE 3 DE EMITIGAÇÃO DA COVID-19

Recomendações Federação Equestre Portuguesa- Válido a partir de 3 de Maio 2020
  • Toda a equitação no exterior deverá continuar atendendo ao bem estar do cavalo.
  • Para os passeios a cavalo recomenda-se terem o máximo de dois cavaleiros.
  • Passam a estar autorizados as lições de equitação a não mais de 4 alunos por cada meia hora de aula e por cada treinador.
  • É autorizado o exercício de treino de obstáculos com as seguintes limitações: é recomendada a utilização de campos de obstáculos com um rácio de um cavaleiro por 150 m2 devendo estar assinalada na entrada de cada campo o número limite de praticantes.
  • Em picadeiros cobertos esse rácio deverá ser apenas de 75 m2 por cavaleiro devendo na entrada estar assinalada a capacidade de utilização simultânea.
  • Continua interdita a realização de provas desportivas até autorização específica das entidades oficiais, oportunamente solicitadas às entidades oficiais.

 

 

Condições Gerais:

Todos os clubes e Centros hípicos devem continuar a seguir escrupulosamente as medidas de higiene e segurança, determinadas pela Direção Geral de Saúde e Governo.
Todas as pessoas que frequentam os Centros hípicos deverão continuar a manter entre si as distâncias sociais entre 1,50 a 2 m, mesmo quando montadas.
É fortemente recomendada a utilização de máscaras em recintos sociais fechados, a utilização de luvas no manuseamento de materiais.

 

Fonte: Federação Equestre Portuguesa

Federação Portuguesa de Ginástica
Atividades ao ar livre

 

Artigo 16.º

Atividade física e desportiva
1 – A prática de atividade física e desportiva em contexto não competitivo e ao ar livre pode ser realizada, desde que se assegurem as seguintes condições:
  • Respeito de um distanciamento mínimo de dois metros entre cidadãos, para atividades que se realizem lado-a-lado, ou de quatro metros, para atividades em fila;
  • Impedimento de partilha de materiais e equipamentos, incluindo sessões com treinadores pessoais;
  • Impedimento de acesso à utilização de balneários;
  • O cumprimento de um manual de procedimentos de proteção de praticantes e funcionários.

 

2 – É permitido o exercício de atividade física e desportiva até cinco praticantes com enquadramento de um técnico, ou a prática de atividade física e desportiva recreacional até dois praticantes.
3 – Excetuam-se dos limites estabelecidos no número anterior os atletas profissionais ou de alto rendimento.
4 – As instalações desportivas em funcionamento para efeitos dos números anteriores regem-se pelo disposto no artigo 11.º, com as devidas adaptações.
PLANO DE REABERTURA DE INSTALAÇÕES DE GOLFE
O praticante deve:
  • Ter conhecimento e adotar as regras de acesso à instalação desportiva;
  • Efetuar a reserva do jogo prévia (máximo uma volta/dia), através de sistemas de reservas online, e-mail ou por telefone, não sendo permitida a deslocação à instalação desportiva se não obtiver confirmação de aceitação;
  • Contactar previamente o treinador, ou os serviços de receção da instalação desportiva, para efetuar a marcação de aula, através de sistemas de reservas online, e-mail ou por telefone, não sendo permitida a deslocação à instalação desportiva sem obtenção de confirmação da realização da aula;
  • Planear a deslocação à instalação desportiva de modo a chegar no máximo 30 minutos antes da hora de saída reservada, para que possam realizar todos os procedimentos de segurança previstos
O praticante não deve deslocar-se à instalação desportiva caso:
  • Tenha estado em contacto com alguém infetado nos últimos 14 dias;
  • Esteja em período de autoisolamento (quarentena);
  • Apresente algum sintoma, como tosse, febre ou dificuldade respiratória (no próprio ou em familiares com quem partilhe residência).

 

TODA A INFORMAÇÃO DEVE SER CONSULTADA EM: http://portal.fpg.pt/wp-content/uploads/2020/05/Plano-de-Reabertura-de-Instala%C3%A7%C3%B5es-de-Golfe-min.pdf

Já foi publicado em Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020, de 30 de Abril de 2020. Esta declara a situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19, onde se inclui a manutenção do encerramento obrigatório dos ginásios e academias – Artigo 5º e Anexo I, nº 3.

 

Consulte o documento – https://www.portugalactivo.pt/sites/default/files/documentos_publicos/2020.04.30_resolucao_do_conselho_de_ministros_n.o_33-a-2020_declara_a_situacao_de_calamidade_no_ambito_da_pandemia_covid19.pdf

 

Informamos igualmente que, de acordo com o mesmo documento legal, e após consulta da Secretaria de Estado da Juventude e Desporto, o Artigo 16º afirma que serão permitidas aulas de grupo ao ar livre com professor e até um máximo de 5 alunos, desde que seja mantido um distanciamento de 2 metros, sem possibilidade de utilização de balneários. O referido espaço ao ar livre poderá ser um local público ou pertencente ao próprio Clube.

COMUNICADO 20200502
ABERTURA DE CLUBES COM CAMPOS AO AR LIVRE

Dando cumprimento à Resolução do Conselho de Ministros n.º33-A/2020 que declara a situação de calamidade no âmbito da doença COVID-19 vem esta federação prestar os seguintes esclarecimentos a todos os seus filiados.

Desde o início desta crise, que todos sentem, mas que afecta principalmente os clubes de padel, esta federação empenhou-se, junto das instituições governamentais e em cooperação com as mesmas, na procura de soluções que permitissem o regresso da modalidade, com a abertura dos clubes. Fomos inclusivamente o líder na elaboração de planos de reabertura, e multiplicamo-nos nas entidades que abordámos, e que poderiam ter algum poder de decisão.

O resultado desse empenho culminou na já citada Resolução do Conselho de Ministros. Embora estejamos contentes por o padel poder regressar à vida dos portugueses, pareceu-nos “curta” a liberdade que foi dada à modalidade, e sobretudo “curta” a solução para todos os clubes que têm campos cobertos ou indoor e todos os seus empregados, que vivem neste momento uma situação extremamente difícil – assim o temos dito em diversas entrevistas e repetido junto dos órgãos competentes.

No entanto é importante e justo, dizer que a cooperação e receptividade tanto do IPDJ como da Secretaria de Estado do Desporto e Juventude, às propostas desta Federação, não poderia ser melhor. Durante todo o processo encontrámos sempre compreensão e solidariedade. Em conjunto acredito que todos nos esforçámos para que o desporto em geral pudesse ser praticado o mais rapidamente possível, desde que em segurança.

Apesar de tudo, nem sempre os entendimentos entre as tutelas desportivas resultam nos mesmos entendimentos de outras tutelas que neste caso têm excepcional têm tido um papel de extrema importância naquilo que são as preocupações do legislador. Por conseguinte aquilo que esta Federação possa entender, defender, e explicar, ou o que as tutelas do desporto possam entender, nem sempre se concretiza naquilo que é o desejo dos praticantes do desporto e seus representantes.

Entendemos que para a maioria, algum conteúdo desta Resolução, no que ao desporto diz respeito, e mais concretamente ao padel, possa ser incompreensível. Para nós também o é! Por isso, e porque estamos obrigados a cumpri-la e a respeitá-la, tentámos obter explicações junto de quem de direito, sobretudo no que diz respeito à questão dos campos cobertos que não são contemplados com a abertura para já, e nas questões da quantidade de pessoas por campo, bem como os indoors e o regresso à competição.

Até ao momento e depois da análise da Resolução pelos serviços jurídicos da Federação, bem como de trocas de impressões com as instituições que tutelam o desporto, que têm tido, ressalvo, uma postura extremamente receptiva e compreensiva relativamente às nossas preocupações, ainda não conseguimos sensibilizar o legislador para aos problemas económicos vividos pelos clubes e respectivas comunidades. Por conseguinte neste momento apenas podemos confirmar que para já o nosso entendimento é o seguinte:

 

  • 4 de Maio (1ª Fase)
    Abertura dos clubes com campos ao ar livre
  • 18 de Maio (2ª fase)
    Abertura dos campos cobertos – sem garantia, é a expectativa da FPP baseado nas conversas com a tutela e sob a condição de o padel se manter como uma modalidade segura
  • 1 de Junho (3ª Fase)
    Abertura dos Clubes indoor e início da Competição – sem garantia é a expectativa da FPP, e por isso continuaremos a lutar, desde que os filiados sejam rigorosos no cumprimento das regras e não haja contágios atribuídos à práctica do padel

 

Em cada uma destas fases e havendo permissão do legislador para evoluir e abrir mais a práctica da modalidade, esta Federação publicará um novo conjunto de directrizes que se adaptem à nova situação que se viverá.

Abaixo poderão encontrar as directrizes em vigor a partir de 4 de Maio, que pedimos a todos os clubes que as cumpram pois cumpri-las ou não cumpri-las pode ser a diferença entre a modalidade dar um bom exemplo e não haver contágios na comunidade, ou sermos referenciados como modalidade de risco e o legislador recuar nos direitos que nos concedeu.

Despedimo-nos com a garantia que continuaremos a lutar sem descanso para que o mais brevemente possível estejamos todos a praticar padel dentro da normalidade, e para que TODOS os clubes possam reabrir.

 

Directrizes do Padel contra a propagação do COVID-19
(em vigor de 4 a 18 de Maio)
NÃO JOGUE PADEL SE:
  • Esteve em contacto com alguém que testou positivo ao COVID-19 nos últimos 14 dias
  • Padecer de sintomas semelhantes aos da gripe
  • Fizer parte de um grupo considerado de alto risco.

 

REGRAS GERAIS:
  • Instalar uma barreira física (ex. em Acrílico) entre o jogador e o recepcionista
  • Sinalizar pavimentos e se necessário criar circuitos de circulação de modo a que fiquem garantidas as distâncias de segurança entre todos os utentes.
  • Proibido o aluguer de raquetes e bolas
  • Proibido o uso das Casas de banho ou balneários, salvo para emergências ou lavar as mãos.
  • Remover todo o mobiliário de descanso (Cadeiras, Bancos e Afins)
  • Remover os móveis almofadados em pano ou materiais que não sejam de fácil desinfecção permanente
  • Exibir sinalização sobre as recomendações da DGS, técnicas de lavagem das mãos e higiene em pontos estratégicos do clube tais como: recepção, áreas de alimentação, áreas de bar , em todos os campos e em todos os lavatórios.
  • Utilizar soluções de pagamento electrónico sempre que possível evitando o contacto físico e aglomeração de pessoas na recepção
  • Proibir concentrações sociais
  • Obrigatório o encerramento dos serviços de restauração, café, cantina e bar, para consumo no local.
  • Manter a sua equipe informada sobre as acções que se estão a realizar
  • Manter registos de quem participa nas suas actividades e respectivos contactos
  • Criar e fazer cumprir um manual de procedimentos de protecção de praticantes e funcionários

 

MEDIDAS DE HIGIENE DOS CLUBES:
  • Colocar sabão, desinfectante para as mãos ou toalhetes, disponíveis em todos os principais pontos de acesso (Entrada e saída do clube, e junto às portas dos campos)
  • Limpar o interior dos campos, (vidro, malhas, tela de rede e postes), com um produto à base de álcool ou lixivia, no fim de cada utilização (aula ou aluguer)
  • Limpar todas as superfícies de contacto, como balcões, mesas, maçanetas, louças, casas de banho, telefones, teclados, tablets e mesas, três vezes ao dia usando luvas descartáveis
  • Limpar regularmente todas as superfícies que possam ter sangue, fluidos corporais e/ou secreções ou excreções.
  • Deve medir-se a febre a todos os jogadores quando entram no clube, com um termómetro de infravermelhos, bem como a todo o staff do clube quando entram e saem das instalações

 

INTERACÇÃO NO CLUBE
  • Para além dos funcionários, o acesso às instalações do clube, deverá ficar limitado apenas às pessoas que vão praticar padel (jogadores e treinadores)
  • No caso de crianças menores apenas um dos pais/responsável deve acompanhá-las
  • Os jogadores só poderão entrar no campo quando este estiver vazio a fim de evitar cruzamento entre pessoas e cumprir distâncias de segurança.
  • Terá sempre de ser mantida a distância de segurança (2 metros) em todas as zonas de permanência do clube.
  • Limitar o tempo de permanência no clube apenas à duração da actividade

 

PRÁCTICA DA ACTIVIDADE
  • Chegar o mais próximo possível do início da actividade e sair o mais rapidamente possível assim que terminar.
  • Lavar/Esterilizar as suas mãos antes e depois de jogar e evitar tocar na sua cara enquanto decorrer o jogo/treino.
  • Toque nas raquetes em vez dos apertos de mão regulares antes ou depois da partida
  • Evitar as trocas de campo. Caso tenham de ocorrer, cada par deve trocar de campo por portas opostas
  • Manter sempre o distanciamento social, inclusive nos momentos de descanso ou de dar feedback
  • Em jogo, cada jogador que serve, deve usar duas bolas, que devem ser tocadas apenas por ele durante o seu jogo de serviço. No jogo seguinte o próximo jogador a servir deve colocar as suas duas bolas em jogo e ser ele apenas a tocá-las. Durante o jogo os restantes jogadores devem passar-lhe as bolas apenas com a raquete, sem tocá-las com as mãos.
  • Só podem estar até 5 pessoas no campo incluindo o treinador
  • Encurtar as sessões de treino sempre que necessário para minimizar que os jogadores se cruzem
  • Limitar o uso de equipamento de treino, como por exemplo cones, alvos, marcas, etc.
  • Não permitir que os alunos toquem em nenhum equipamento de treino – caso sejam usados tubos para apanhar as bolas cada tubo deve ser usado apenas por uma pessoa que o desinfectará no final de cada treino
  • Quando há necessidade de apanhar as bolas os jogadores devem usar a raquete, ou o tubo que lhes tenha sido atribuído, sem tocar as bolas com as mãos

 

USO DE EQUIPAMENTO
  • Não tocar na cara depois de tocar numa bola, raquete ou outro equipamento de Padel
  • Limpar a raquete antes de cada jogo/treino, no fim de cada jogo/treino e sempre que possível enquanto joga/treina
  • Cada jogador deve marcar as suas bolas e durante o jogo só deverá tocar com as mãos nas suas bolas. As bolas dos outros jogadores devem ser tocadas apenas com a raquete
  • Limpar todo o equipamento de Padel com desinfectante à base de álcool, incluindo raquetes, toalhas, equipamento de treino, como cones alvo

 

HÁBITOS DE HIGIENE
  • Não partilhar garrafas de água. Cada jogador deve trazer a sua própria garrafa
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, ou desinfectante, sempre que possível
  • Sempre que tossir ou espirrar, faça-o para a dobra interior do cotovelo e não para a mão, ou use um lenço descartável que deve deitar no lixo imediatamente depois de tossir/espirrar.
  • Limpar os equipamentos do campo em que tocar (rede, manivela da rede, e postes) antes de sair do campo
  • O cumprimento destas normas não invalida a obrigatoriedade de consulta e cumprimento da Resolução do Conselho de Ministros n. º33-A/2020

Nos termos da alínea j) do n.º 2 do artigo 3.º da Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020, são permitidas as deslocações para a prática da pesca de lazer, ou seja, a partir de 4 de maio, é autorizado o exercício da pesca lúdica.

 

Nos termos da alínea i), são também autorizadas as deslocações para efeitos de atividade física e prática desportiva individual e ao ar livre, incluindo náutica ou fluvial.

 

Assim, tendo presente a necessidade de preservação do distanciamento físico e do rigoroso cumprimento das medidas determinadas pelas autoridades de saúde e no que se refere em especial à pesca lúdica submarina e embarcada, bem como à náutica de recreio, a DGRM alerta para que o exercício dessas atividades só deve ser retomado desde que sejam respeitadas as regras de distanciamento mínimo de dois metros entre cidadãos, regras estas estabelecidas na Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020.

É também permitida a prática da atividade física e desportiva náutica, tal como o surf, em contexto não competitivo, que não envolva contacto físico, até cinco praticantes com enquadramento de um técnico, ou até dois praticantes em contexto recreacional.

Devem igualmente ser respeitadas as regras de distanciamento mínimo de dois metros entre cidadãos, para atividades que se realizem lado-a-lado, ou de quatro metros, para atividades em fila, estando impedida a partilha de materiais e equipamentos.

Em geral, alerta-se ainda que a população deve procurar cumprir um dever cívico de recolhimento domiciliário, dando primazia às atividades, decisões e deslocações que não impliquem um contacto social alargado, alertando-se ainda para a necessidade de cumprimento de todas as regras de proteção da saúde individual e coletiva dos cidadãos fixadas para a situação de calamidade, no âmbito da pandemia da doença COVID-19, bem como as regras que forem fixadas para as praias e para a orla costeira.”

 

 

Fonte: DGRM

RECOMENDAÇÕES FPS – Federação Portuguesa de Surf
  • PRÁTICA DE SURF INDIVIDUAL OU DESAGRUPADO
  • GARANTIR DISTANCIAMENTO SOCIAL DE 4 METROS
  • LIMITAR AS SESSÕES ATÉ 90 MINUTOS
  • SURF & LEAVE – Não permanecer na praia antes e após a sessão

 

Condições Gerais:

Todas as informações gerais no Artigo 16º da Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020 de 30 de Abril de 2020 Consulte aqui: -> https://www.dgrm.mm.gov.pt/documents/20143/84420/RCM33-A-2020.pdf/977ab965-0dfd-a934-6e3b-008ff058b318

Fontes: Federação Portuguesa de Surf e Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.

Plano de Retoma de Atividade – Ténis | Fase 2

De acordo com a comunicação do Senhor Primeiro Ministro será possível proceder à abertura dos campos de ténis, a partir de dia 4 de Maio.
Conforme comunicação anterior sobre a Plano de Retoma da Atividade de Ténis, iremos passar à Fase 2 – abertura de campos de ténis (singulares, pares e treinos até 4 praticantes + treinador).No seguimento das várias questões colocadas, vem a Federação Portuguesa de Ténis esclarecer o seguinte:

 

  1. Está permitida a retoma da atividade de ténis, a partir do dia 4 de maio, nos clubes e campos que são supervisionados por um ou mais técnicos credenciados pela FPT, na modalidade de singulares, pares e treinos até 4 praticantes mais um treinador, respeitando as normas e recomendações divulgadas ontem pela FPT. Relativamente à atividade desportiva nos campos de ténis, que não reúnem as condições anteriormente mencionadas, só está autorizada a prática de singulares.
  2. “A prática física e desportiva em contexto não competitivo” só está autorizada, a partir do dia 4 de maio, em campos de ténis ao ar livre. Assim, nesta fase e de acordo com a informação da SEJD não poderão ser utilizados os campos de ténis totalmente cobertos/fechados, bem como os campos que apenas têm uma cobertura. No entanto, pensamos existir a possibilidade de ser autorizado a utilização dos campos com cobertura e circulação de ar, a partir do próximo dia 18 de Maio.

 

Fonte: Federação Portuguesa de Ténis

Medidas de contenção e prevenção de infeção pela COVID-19
REGULAMENTO DE REGRESSO À PRÁTICA DA MODALIDADE DESPORTIVA DO TIRO COM ARMAS DE CAÇA, em ÂMBITO EXCLUSIVO de TREINO

 

INSTALAÇÕES DESPORTIVAS:
  • Disponibilização de solução antisséptica de base alcoólica (desinfetante) na entrada de todos os campos bem como nos espaços confinados onde haja atendimento ou manuseamento de utensílios comuns;
  • Instalações sanitárias, divididas por género, devidamente limpas e aprovisionadas, com intensificação de rotinas de limpeza e higienização, que inclua pelo menos uma desinfeção por dia;
  • Nas disciplinas de prancha, a posição de espera deve distar da posição n.º 1 tanto quanto distam as restantes posições entre si, nas diferentes disciplinas, num mínimo de 2 metros a eixo;
  • Inicialmente, limitar a atividade do serviço de bar/restauração ao fornecimento para consumo no exterior.
NORMAS DE CONDUTA:
  • Cumprimento das medidas generalizadas de etiqueta respiratória, o distanciamento físico mínimo de 2 metros, e a higienização frequente das mãos;
  • Uso obrigatório de máscara por todos os agentes frequentadores da área do complexo/campo de tiro, sendo a mesma opcional apenas na “prancha”, ou posição de tiro;
  • Proibição de ajuntamentos superiores a 10 pessoas;
  • Lotação máxima de 5 pessoas/100m2 em espaços fechados;
  • Nas disciplinas de prancha, quando a pranchada tenha até 3 atletas, estes ocuparão posições intercaladas, podendo fazer a rotação de forma habitual; na presença de 4, 5 ou 6 atletas, os mesmos ocuparão a posição designada pelo sistema, mas, cada atleta deve permanecer na sua posição após o seu disparo, sendo a rotação entre posições feita por todos os atletas em simultâneo, depois de atirado o prato na posição 5;
  • Evitar a permanência em espaços fechados partilhados.